quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fernando e Miriam Marroni em Mostardas



Marroni e Miriam foram recepcionados ontem à noite, terça-feira, 21/09, para um jantar, no galpão do Banrisul.
Ele é um incansável defensor do desenvolvimento regional através da sua atuação em defesa do polo naval, e da melhoria na travessia entre Rio Grande e São José do Norte. Afirmou que a expansão social e econômica de Mostardas e Tavares passa, também, pela construção de uma travessia seca.
Ela, entre outros assuntos, falou sobre as drogas e a importância do apoio familiar para enfrentar a situação. Salientou a necessidade da participação da mulher na política, e destacou os avanços conseguidos durante o governo Lula.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Agradecimento a quem preparou o almoço


Aliás, um almoço muito elogiado.

Obrigado dona Maria Braga e Cátia!

Foto: Vitorino "Milico" Mesquita

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ainda sobre a visita do Beto Grill





Fotos: Vitorino "Milico" Mesquita

Candidato a vice de Tarso esteve em Mostardas





Beto Grill cumpriu agenda em Capivari, Tavares e Mostardas. Aqui almoçou com militantes no Galpão do Banrisul, domingo, 04/09.
Fotos: Vitorino "Milico" Mesquita

terça-feira, 7 de setembro de 2010

PT de Mostardas - Mudança de Verdade (II)


A democracia nos governos mostardenses, onde uns ousam se definir como participativos em seus discursos, se restringe ao período eleitoral, e serve apenas para preencher os discursos e engabelar o povo. Passado o tempo das eleições, as decisões obedecem a lógica e se destinam aos mais influentes. Participam apenas os amigos, os apadrinhados, os correligionários, os cabos eleitorais. As diferenças dos tempos de campanha desaparecem, a oposição, geralmente, se cala, e começa um tempo de compadrismo, de complacência, de acomodação, tempo de lamber as feridas. Assim vai até a próxima eleição, até os próximos arranjos políticos, onde tudo recomeça, e para nossa surpresa, os amigos de ontem se tornam adversários e ferrenhos oponentes se tornam bons amigos, numa mutação milagrosa, como água virar vinho.

O pior é que ainda querem nos convencer de estar tudo certo, que tudo é normal, para o bem comum e felicidade de todos.

Apostam na falta de memória e incapacidade de análise da maioria das pessoas. Vamos mostrar que isto não é verdade, que o povo evoluiu que está ligado, está informado.

Este é o nosso papel, nosso compromisso político, nosso compromisso social, fundamento do Partido dos Trabalhadores, verdade, participação popular e desenvolvimento.

Introdução da proposta de governo para a eleição municipal de 2004.

Vamos mudar?

Foto: Campanha de 2002

domingo, 5 de setembro de 2010

PT de Mostardas - Mudança de Verdade


Uma nova proposta, uma nova forma de fazer política no município, uma esperança e vários desafios. Um convite: vencer o medo da mudança, melhor ainda será, dela participar, construir um novo tempo, todos juntos e de mãos dadas. Sabendo que é possível e só depende de nós alcançar o objetivo.

São as nossas primeiras palavras para convidar todos os mostardenses à uma reflexão sobre o nosso cotidiano, nosso passado, presente, e o futuro que desejamos para nós e nossas famílias.

Não estamos aqui para reviver mágoas, nem para desforras e, tampouco, para ressentimentos, mas sim para uma tomada de posição, para assumir a responsabilidade de pensar Mostardas, a partir do seu povo, de dar aos seus habitantes a oportunidade de serem sujeitos da construção de uma sociedade que realize os seus sonhos, seus ideais, e voltada para a maioria dos seus habitantes, principalmente, aos menos favorecidos, pois, neste sentido, ainda não lhes foi dada tal oportunidade. Até aqui o nosso município (cidade) foi pensado, construído e dirigido por dois grupos, que se alternam no poder, com um mesmo projeto, ou seja, temos dois grupos antagônicos, adversários, mas com o mesmo projeto. Por vezes, se travestem de diferentes, vendem a ideia de que querem o melhor para Mostardas, o melhor sob o seu ponto de vista, mas na realidade, não é a ótica da maioria, a qual termina sempre alijada do processo de decisão, não é chamada para participar e, muito menos, dar a sua opinião.

O encaminhamento das prioridades municipais se limitam em beneficiar os grupos que apoiam, e dão sustentação aos governos tradicionais. Em segundo plano ficam os problemas maiores pois são de difícil resolução, assim entra um e entra outro, e as políticas de longo prazo não vem, pois não tem retorno eleitoral imediato, então tapeia aqui, tapa ali, enrola lá, um favorzinho acolá, e eles mantém o povo subjugado e dependente de seus pequenos favores.

Vamos mudar?

Imagem: Campanha de 1994, Paim em Mostardas.